quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Relógio ecológico transforma usuário em sensor ambiental


No site da Pequenas Empresas Grandes Negócios li essa reportagem muito bacana, que num futuro não tão distante, teremos uma precisão bem maior de vários locais da cidade, confira a reportagem.

Mapear o nível de poluição em diferentes locais sempre foi um problema para as grandes metrópoles, devido a dificuldade em reunir dados em apenas uma base. Mas o relógio La Montre Verte, desenvolvido pela empresa francesa Fing, além de mostrar as horas, promete transformar cidadão comuns em sensores ambientais.

Através de um mecanismo instalado no aparelho, o relógio é capaz de enviar dados via celular sobre o barulho e os níveis de ozônio do local por onde o usuário está passando. Esses dados podem ser compilados em uma única base e, então, mapeados para mostrar locais problemáticos.

O relógio já foi testado no começo desse ano nas cidades de Paris, na França, e Amsterdam, na Holanda.


Via > PENG

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

14 Dicas de produtos naturais para o seu dia-a-dia!!!

Faz tempo que procuro esse tipo de dica para usar em casa, achei no Planeta Sustentável, e vale a pena saber porque além de ecológico é econômico também, quem souber de outras dicas poste nos comentários.

- Espantar moscas e mosquitos: macere folhas de louro, eucalipto e manjericão em água ou as espalhe pelo ambiente
- Evitar traças: use cânfora em vez de naftalina. É tão eficiente quanto e menos tóxica
- Afastar pulgas: depois de lavar os animais de estimação, aplique sobre o pelo seco uma solução feita com duas colheres de sopa de alecrim fervidas em 1 litro de água. Espalhe também pela casa folhas de erva-de-santa-maria e poejo
- Eliminar os parasitas das plantas: bata no liquidificador três cebolas, uma cabeça de alho, dois pimentas-malagueta, uma colher de sabão em barra e meio litro de água e pulverize essa mistura nas plantas
- Passar bem as roupas: uma solução feita com uma colher de sopa de polvilho dissolvida em 1 litro de água facilita a tarefa e não polui o ar, ao contrário dos produtos químicos com esse fim
- Tirar odores fortes: o cheiro de tinta de um cômodo recém-pintado sairá mais depressa se for deixada no ambiente uma bacia com água e algumas rodelas de cebola ou folhas de laranjeira
- Eliminar ruídos: se a porta estiver rangendo, faça uma mistura de raspa de grafite (pode ser retirada da ponta de lápis) e algumas gotas de óleo de cozinha e aplique nas dobradiças
- Tirar umidade: coloque um recipiente com pedaços de carvão no fundo dos armários, ou então pendure pedaços de giz entre os cabides - sempre com o cuidado de não sujar as roupas.

PLANTAS QUE MELHORAM O AR DOS AMBIENTES
- Lírio e flor-do-natal: Por funcionarem como filtros de ar, são recomendados para cômodos pouco ventilados
- Gérbera, begônia e crisântemo: São indicados contra fumaça de cigarro. Recomenda-se utilizá-los nas salas e nos quartos
- Cactos: Barram as ondas eletromagnéticas. A dica é colocá-los perto do micro-ondas e dos televisores
- Orquídea-borboleta: Indicada para equilibrar a umidade nos ambientes
- Lírio-da-paz e samambaia: Absorvem quase todo tipo de poluente
- Azaleia e antúrio: Combatem poluentes como o amoníaco. São indicados para cozinhas e banheiros.




Via > Planeta Sustentável

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Álcool polui tanto quanto gasolina, mostra estudo!

Passeando pelo site de Revista Meio Ambiente, li essa matéria publicada pela Manuela Alegria e fiquei um tanto surpreendido, apesar que nunca acreditei que o nosso famoso Álcool (Etanol) fosse a salvação do planeta, mas também sempre esperei que fosse melhor que a gasolina, confira a matéria completa que vale a pena.

Dados divulgados ontem pelo Ministério do Meio Ambiente mostram que o álcool combustível pode poluir tanto quanto a gasolina. E que os motores com menor potência chegam a poluir mais do que os equipamentos com maior capacidade. O cálculo foi feito com base na Nota Verde, que informa, para veículos fabricados em 2008, as medições da emissão de três gases poluentes – o monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. Em relação ao CO2, um dos principais causadores do efeito estufa, o álcool, por ser renovável, tem suas emissões neutralizadas pela absorção de gases feita pelas folhas da cana-de-açúcar no cultivo da planta.

No ranking de 258 provas sobre poluição e emissão de gases a que as empresas submeteram os veículos, as melhores notas (que variam de 0 a 10) foram dadas a carros que usavam gasolina no momento dos testes. O campeão foi o Ford Focus 2008, motor 2,0 DOHC I-4 SFI, o que jogou por terra o mito de que veículos com motores menos potentes poluem menos. Pelo contrário. Do primeiro ao sétimo lugar entre os menos poluidores, prevaleceram os motores mais potentes, de 1,4 cilindradas a 3,5. De acordo com Márcio Veloso, analista ambiental do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores do Ibama, os motores de menor cilindrada poluem mais porque exigem mais força – e consequentemente maior consumo de combustível – para fazer o carro se movimentar. O álcool, por queimar mais rápido que a gasolina, libera mais gases.

Coube a um Fiat Uno com motor de mil cilindradas o oitavo lugar entre os menos poluentes. Por coincidência, na hora do teste, a montadora usava o álcool como combustível. Quanto à emissão de CO2, um Fiat de mil cilindradas, de oito válvulas, e motor L5, com gasolina, obteve a nota 10, o que representa zero de liberação de gases. O segundo lugar na emissão de CO2 coube também a um Fiat, mas modelo Uno Way, motor 1,0, gasolina. Ele obteve nota 9,9.

A tabela com todas as notas para os veículos fabricados em 2008 pode ser acessada na página do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) – www.ibama.gov.br -, no link Nota verde. Lá, pode-se verificar se o carro é pouco ou mais poluente e se emite mais ou menos gases que contribuem para o aquecimento global. É possível também saber detalhes sobre os poluentes emitidos.

Da poluição veicular, 99% resultam da liberação de monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio. “Achamos que divulgar os dados poderia levar proprietários a observar quais os veículos que poluem ou emitem mais ou menos gases”, disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Via > Revista Meio Ambiente

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aquecimento aumentará primavera para plantas

Estudo sobre o impacto do aquecimento global prevê que, até 2050, a primavera irá começar um mês antes e terminar semanas depois para as plantas.

A pesquisa foi conduzida por Malcolm Clark, da Universidade Monash, na Austrália, e Roy Thompson, da Universidade de Edimburgo, Escócia. Adotando uma aproximação linear do aumento da temperatura a cada primavera, eles derivaram uma expressão simples para as mudanças esperadas nas datas de floração.

Em regiões costeiras, foi constatado que o aumento de 1º C na temperatura significa que as flores desabrocharão como se a primavera tivesse começado 16 dias antes e terminado 11 dias depois. Nas regiões mais distantes do oceano o impacto será menor, mas significante, com a primavera das flores começando sete dias antes e terminando 11 dias depois para cada grau de aquecimento.

As análises foram baseadas em registros de plantas da Royal Botanic Garden (RBGE), em Edimburgo, feitos desde 1850, e também em registros do tempo da mesma cidade guardados desde 1775. Clark e Thompson confirmaram que o calendário de floração mudou para muitas plantas da coleção do RBGE, já que elas passaram desabrochar cada vez mais cedo conforme se constatou um aumento da temperatura.

Com esses dados, os pesquisadores traçam uma estatística capaz de prever as conseqüências do aumento de temperatura para as plantas – e apesar de ter sido feito com dados da Escócia, o modelo seria aplicável a outras regiões.

Entre os locais mais afetados estariam as Ilhas Britânicas, Europa Ocidental, costa atlântica da América do Norte, Nova Zelândia, Chile e norte da África. Já algumas das árvores mais afetadas seriam a cerejeira, a pereira e o pessegueiro.

O fato de as plantas ficarem fora de sintonia das estações “normais” pode causar sérios impactos ambientais, afetando a polinização e, consequentemente, outras plantas, animais e até mesmo o homem. Além disso, é difícil saber se as plantas se adaptariam tão rápido às mudanças climáticas – o que colocaria muitas espécies em risco de extinção.

Seguindo os cálculos do modelo criado, se as previsões mais pessimistas se cumprirem, e a Terra esquentar 5º C até o fim do século, em 2100 poderemos estar colhendo flores em pleno inverno.

O estudo foi publicado no International Journal of Climatology.


Via > Info Online

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